sábado, 14 de abril de 2012

Dirário

 Já sofri calada por medo do que iam pensar. E até hoje, isso perdura em mim. 


Querido diário, a lágrima teima a descer. Mas não deixarei. Serei forte, como sempre. Sofrendo calada, ou se for chorar, chorando em meu quarto escuro, abracada ao travesseiro pensando. Serei forte, como todas as vezes que chorei escondida, ou engoli o nó da minha garganta. Mas que lágrima persistente! Eu não quero chorar, não, não mais uma vez. Vou sofrer, Calada, de lápis de olho, all star, short, e minha camiseta preferida. Como sempre, erguerei minha cabeça e a quem me perguntar o que tenho: Não tenho nada! Nunca me senti melhor. Assim, fico mais confiante em mim. Mas não adianta. O pensamento de que tudo não passou de uma mera ilusão retorna, e cada vez mais confiante de me vencer. Mas novamente: Não deixarei, não desta vez. 

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